MestradoDesign, HMI e Produto Inscrições abertas

Mestrado em Engenharia de Design de Serviços e Jornadas de Mobilidade

Mestrado online de 1.900 horas em engenharia de design de serviços e de jornadas de mobilidade, estruturado em 12 módulos que abrangem design de serviços, investigação de viajantes, mapas de jornada e blueprints, Mobility as a Service, design de pontos de contacto, mobilidade partilhada, viagem inclusiva, prototipagem de serviços, dados de jornada, governação e o futuro das viagens, com um tutor técnico atribuído.

Duração1900 h
ModalidadeOnline
IdiomaInglês
Datas de inícioDefinidos pelo corpo docente
CertificaçãoDiploma do SEIUM Institute

Mestrado em Engenharia de Design de Serviços e Jornadas de Mobilidade — estudando de Brasil

O design de produto e a interface homem-máquina são demandados por indústrias de eletroeletrônicos, automotiva, eletrodomésticos, equipamentos médicos e software. Polos como o de Manaus, com seu Polo Industrial, e centros de design em São Paulo e Curitiba concentram empresas que buscam ergonomia, usabilidade e identidade de produto. Profissionais que dominam prototipagem e experiência do usuário atuam em desenvolvimento de produtos físicos e digitais.

Taxas para Brasil: R$ 60.200 (Real brasileiro), com parcelamento e patrocínio empresarial disponíveis.

Órgãos relevantes em Brasil

  • ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial
  • ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
  • Sociedade Brasileira de Design da Informação (SBDI)
  • Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro)

Funções típicas

  • Designer de Produto
  • Designer de Interface e Experiência do Usuário
  • Engenheiro de Ergonomia
  • Especialista em Prototipagem

Dúvidas de Brasil

Existe registro profissional ou reconhecimento oficial para essa formação no Brasil?

Não. Os cursos da SEIUM Institute são qualificações privadas próprias, sem caráter de diploma oficial e sem credenciamento por órgão nacional. A área de design de produto e interfaces não tem conselho que confira título obrigatório. A valorização do certificado cabe às empresas e aos clientes, que costumam avaliar portfólio e experiência.

Quais empresas no Brasil contratam profissionais de design de interfaces e produto?

Empresas de tecnologia, fabricantes de eletrônicos, montadoras, agências de design e startups de produto são empregadores comuns. A contratação depende do portfólio, da experiência e dos critérios de cada empresa, sem garantia de vaga.

Consigo estudar em tempo parcial e qual é o idioma das aulas?

As aulas são 100% online e em inglês. A carga varia de 300 a 1.900 horas conforme o programa, o que permite organizar o estudo em paralelo ao trabalho. Há pagamento em parcelas e possibilidade de patrocínio do empregador. Confirme o cronograma com o tutor técnico designado.

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Assuma o controle.

Enfrente um verdadeiro trade-off de engenharia deste campo. Mova os controles deslizantes, acompanhe o modelo reagir em tempo real e vença o desafio.

SIM · AO VIVO ●
Resultados de aprendizagem

O que você será capaz de fazer

01

Aplicar os princípios do design de serviços à mobilidade.

02

Investigar as necessidades dos viajantes com métodos qualitativos e quantitativos.

03

Construir mapas e blueprints de jornada para serviços intermodais.

04

Desenhar pontos de contacto acessíveis e coerentes em todos os canais.

05

Propor serviços viáveis de MaaS e de mobilidade partilhada.

06

Prototipar e testar serviços com métricas de experiência.

07

Integrar requisitos de experiência em contratos públicos e concursos.

Perfil

Para quem é

  • Designers de serviços de mobilidade.
  • Investigadores da experiência do viajante.
  • Gestores de produto em mobilidade.
  • Consultores de MaaS.
  • Gestores de experiência do cliente em transportes.
  • Técnicos de planeamento da mobilidade.
  • Licenciados em engenharia ou ciências que pretendam ingressar no transporte público.
Normas e ferramentas

Com o que você vai trabalhar

  • EN 13816:2002 (qualidade de serviço no transporte público de passageiros)
  • ISO 23592:2021 (excelência em serviços: princípios e modelo)
  • Regulamento (UE) 2021/782 (direitos e obrigações dos passageiros ferroviários)
  • Regulamento (CE) n.º 1370/2007 (serviços públicos de transporte de passageiros por caminho de ferro e por estrada)
  • Regulamento (UE) n.º 181/2011 (direitos dos passageiros de autocarro e de camioneta)
  • EN 17478:2021 (serviços de transporte: comunicações com clientes no transporte de passageiros)
  • WCAG 2.2 (Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdos Web)
  • Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD) (Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados)
  • Miro
  • Figma
  • Smaply
  • Dovetail
  • QGIS
Conteúdo programático

12 modules · 1900 h

  1. 1.1Lógica dominante do serviço de Vargo e Lusch
  2. 1.2Princípios do design de serviços
  3. 1.3O duplo diamante e os processos iterativos
  4. 1.4Cocriação com utilizadores e partes interessadas
  5. 1.5Front stage e backstage do serviço
  6. 1.6Pontos de contacto e canais
  7. 1.7Características específicas dos serviços de mobilidade
  8. 1.8Proposta de valor do serviço
  9. 1.9Excelência de serviço segundo a ISO 23592
  10. 1.10Estudo de caso: análise do serviço de um operador de autocarros
  1. 2.1Etnografia e observação no transporte
  2. 2.2Entrevistas em profundidade com viajantes
  3. 2.3Diários de viagem e estudos longitudinais
  4. 2.4Acompanhamento de utilizadores durante as viagens
  5. 2.5Inquéritos de mobilidade domiciliária
  6. 2.6Dados de validação de bilhetes
  7. 2.7Personas e arquétipos de viajantes
  8. 2.8Necessidades de grupos vulneráveis
  9. 2.9Síntese e mapas de afinidade
  10. 2.10Exercício prático: investigação de campo numa estação
  1. 3.1Mapa da jornada do cliente porta a porta
  2. 3.2Momentos da verdade e pontos de dor
  3. 3.3Blueprint de serviço em camadas
  4. 3.4Mapas do ecossistema de partes interessadas
  5. 3.5Curvas emocionais da jornada
  6. 3.6Viagens intermodais e transbordos
  7. 3.7Cenários de jornada futura
  8. 3.8Ferramentas digitais de mapeamento
  9. 3.9Validação dos mapas com dados
  10. 3.10Workshop: blueprint de um transbordo intermodal
  1. 4.1Níveis de integração do MaaS
  2. 4.2Agregadores, operadores e autoridades
  3. 4.3Bilhética e tarifas integradas
  4. 4.4Subscrições de mobilidade
  5. 4.5Dados abertos GTFS e GTFS-RT
  6. 4.6Interfaces de planeamento multimodal
  7. 4.7Governação público-privada do ecossistema
  8. 4.8Lições de Whim e Jelbi
  9. 4.9Modelos de negócio MaaS
  10. 4.10Estudo de caso: proposta MaaS para uma cidade de média dimensão
  1. 5.1Aplicações móveis de mobilidade
  2. 5.2Informação aos passageiros em tempo real
  3. 5.3Painéis e anúncios nas estações
  4. 5.4Sinalética e orientação
  5. 5.5Máquinas de venda e validadores de títulos
  6. 5.6Assistência presencial e pessoal das estações
  7. 5.7Interfaces de veículos partilhados
  8. 5.8Acessibilidade digital segundo a WCAG 2.2
  9. 5.9Coerência da marca em todos os canais
  10. 5.10Exercício prático: orientação num interface de transportes
  1. 6.1Partilha de automóveis com e sem estação fixa
  2. 6.2Sistemas públicos de bicicletas
  3. 6.3Trotinetes elétricas partilhadas e regulação do estacionamento
  4. 6.4Serviços de transporte individual com condutor e TVDE
  5. 6.5Transporte a pedido em zonas rurais
  6. 6.6Reequilíbrio e operações da frota
  7. 6.7Segurança e confiança do utilizador
  8. 6.8Licenciamento e regulamentação municipal
  9. 6.9Integração com o transporte público
  10. 6.10Estudo de caso: redesenho de um serviço público de bicicletas
  1. 7.1Viajantes com deficiências sensoriais e motoras
  2. 7.2Pessoas idosas e a exclusão digital
  3. 7.3Deslocações de cuidado com crianças
  4. 7.4Perspetiva de género e segurança
  5. 7.5Pobreza e exclusão de transporte
  6. 7.6Turistas, línguas e orientação
  7. 7.7Serviços de assistência a pessoas com mobilidade reduzida (PMR)
  8. 7.8Direitos dos passageiros ferroviários
  9. 7.9Acessibilidade do material circulante e da infraestrutura
  10. 7.10Workshop: auditoria de acessibilidade de uma viagem
  1. 8.1Protótipos de serviço de baixa fidelidade
  2. 8.2Encenação de serviços e role-play
  3. 8.3Pilotos urbanos limitados
  4. 8.4Técnica do Mágico de Oz em serviços
  5. 8.5Laboratórios vivos e testes em contexto real
  6. 8.6Métricas da experiência de serviço
  7. 8.7Testes A/B em aplicações
  8. 8.8Iteração com aprendizagem validada
  9. 8.9Do piloto à implementação em escala
  10. 8.10Laboratório: piloto de um serviço a pedido
  1. 9.1Análise de registos de viagem
  2. 9.2Indicadores de qualidade segundo a EN 13816
  3. 9.3Satisfação, NPS e esforço do cliente
  4. 9.4Análise de utilização das aplicações
  5. 9.5Contagem de passageiros com sensores
  6. 9.6Modelos de procura e escolha modal
  7. 9.7Proteção de dados na mobilidade
  8. 9.8Painéis de controlo para operadores
  9. 9.9Mineração de texto em reclamações
  10. 9.10Exercício prático: painel de experiência do viajante
  1. 10.1Contratos de serviço público e Regulamento 1370/2007
  2. 10.2Concursos com critérios de experiência
  3. 10.3Alianças entre operadores e plataformas
  4. 10.4Modelos de receita e tarifários
  5. 10.5Subsídios e financiamento europeu
  6. 10.6Gestão da mudança nos operadores
  7. 10.7Cultura de serviço na linha da frente
  8. 10.8Penalizações e incentivos de qualidade
  9. 10.9Sustentabilidade económica do serviço
  10. 10.10Estudo de caso: cadernos de encargos com requisitos de experiência do utilizador
  1. 11.1Serviços com veículos autónomos partilhados
  2. 11.2Hubs de mobilidade de bairro
  3. 11.3Mobilidade aérea urbana e vertiportos
  4. 11.4A cidade dos 15 minutos e a proximidade
  5. 11.5Descarbonização dos transportes e comportamento
  6. 11.6IA conversacional no apoio aos passageiros
  7. 11.7Personalização e ofertas dinâmicas
  8. 11.8Turismo e mobilidade sustentáveis
  9. 11.9Cenários prospetivos até 2040
  10. 11.10Workshop: desenho de um hub de mobilidade de bairro
  1. 12.1Seleção do desafio de mobilidade
  2. 12.2Investigação com viajantes reais
  3. 12.3Mapas de jornada e de ecossistema
  4. 12.4Ideação e conceito de serviço
  5. 12.5Blueprint do serviço proposto
  6. 12.6Prototipagem e teste piloto
  7. 12.7Avaliação com métricas de experiência
  8. 12.8Plano de implementação
  9. 12.9Relatório da Dissertação de Mestrado
  10. 12.10Dissertação de Mestrado: defesa perante um júri
Metodologia, software e laboratórios

Como você vai aprender

Um programa 100% online no campus da SEIUM, com materiais para descarregar, aulas gravadas e um tutor técnico atribuído. Não há horários fixos: progride ao seu próprio ritmo dentro de cada turma, pelo que o programa é compatível com um trabalho a tempo inteiro.

Cada módulo combina teoria, leitura orientada da norma original e exercícios aplicados. Os softwares de trabalho são Miro, Figma, Smaply, Dovetail e QGIS, em versões gratuitas, académicas ou de avaliação. Os ensaios estudam-se através de procedimentos reais: investigação de campo com viajantes em estações, pilotos de serviços em laboratórios vivos urbanos e workshops de cocriação com operadores. A avaliação é contínua por módulo, além da Dissertação final de Mestrado.

Normas abrangidas: EN 13816:2002, ISO 23592:2021, Regulamento (UE) 2021/782, Regulamento (CE) n.º 1370/2007, Regulamento (UE) n.º 181/2011, EN 17478:2021, WCAG 2.2 e Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD).

Tutor técnico atribuído:cada módulo termina com um entregável que o seu tutor avalia individualmente.
Aprendizagem baseada em normas:leitura orientada da EN 13816, da ISO 23592 e do Regulamento (UE) 2021/782 aplicados a casos reais, e não como um anexo teórico.
Software do setor:Miro, Figma, Smaply, Dovetail e QGIS, em versões gratuitas, académicas ou de avaliação.
Dissertação de Mestrado com defesa pública:um serviço de mobilidade concebido a partir de investigação com viajantes reais, desde o blueprint, passando pelo piloto e pelas métricas de experiência, até ao plano de implementação, defendido perante um júri.
Formato flexível:100% online, sem horários fixos, compatível com trabalho a tempo inteiro.
Projeto final

Desenvolva do início ao fim

O seu projeto final segue o fluxo de trabalho real da engenharia, passo a passo, revisto pelo seu tutor.

Investigação de campo numa estação
Realizar investigação de campo com viajantes numa estação e sintetizar as suas necessidades.
Blueprint de transferência intermodal
Construir um blueprint de serviço em camadas de uma transferência intermodal.
Piloto de serviço a pedido
Prototipar e testar um serviço de transporte a pedido num living lab.
Painel de experiência do viajante
Conceber um painel de métricas de experiência do viajante para um operador.
Dissertação de Mestrado
Conceber, testar e avaliar um serviço de mobilidade com plano de implementação, defendido perante um júri.
Oportunidades de carreira

Aonde isso pode levar você

Designer de serviços de mobilidadeInvestigador de experiência do viajanteGestor de produto de mobilidadeConsultor de MaaSGestor de experiência do cliente em transportesTécnico de planeamento da mobilidade
Admissão e bolsas

Requisitos

  • Licenciatura universitária em engenharia, ciências ou arquitetura, ou experiência profissional equivalente comprovável.
  • Ligação à internet e um computador capaz de executar o software do programa.
  • Inglês suficiente para ler normas técnicas.

Pronto para começar?

Envie a sua candidatura hoje. A nossa equipa de admissões responde em 72 horas com o seu plano de estudos e as opções de financiamento.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

O programa totaliza 1.900 horas ao longo de 12 a 14 meses. Você define o seu próprio ritmo dentro de cada turma, e o seu tutor ajuda a planear a carga de trabalho em função da sua atividade profissional.

Trabalha com Miro, Figma, Smaply, Dovetail e QGIS, utilizando versões gratuitas, académicas ou de avaliação. O seu tutor indica a alternativa gratuita sempre que esta existir.

Um diploma do SEIUM Institute, atribuído após a aprovação na avaliação contínua e na Dissertação de Mestrado. Trata-se de uma qualificação própria do SEIUM, e não de um grau oficial do Estado; o seu reconhecimento depende do programa concluído e da regulamentação de cada país.

Sim. Os módulos concluídos num curso ou num diploma de pós-graduação na mesma área são reconhecidos no programa superior. Informe-se sobre a política de reconhecimento no momento da inscrição.

Licenciatura em engenharia, ciências ou arquitetura (ou experiência profissional equivalente), um computador capaz de executar o software e inglês suficiente para ler normas técnicas.

As datas de início são definidas pelo corpo docente do SEIUM para cada turma. A nossa equipa de admissões confirmará a próxima data disponível quando se candidatar.

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